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Aspectos Psicológicos

Psicoterapia

psicoterapia_1Os mistérios da delicada relação entre corpo e mente são os responsáveis pelas dúvidas, incertezas e inseguranças relatadas em muitas consultas:
– Por que sinto tanto desejo e na hora não dá certo?
– Por que os exames físicos não acusam qualquer disfunção orgânica, se a dificuldade de ereção é real?
– Por que a medicação para disfunção erétil não faz efeito em mim?
- Por que mesmo passando por cinco ou seis tipos de medicamento, meu problema de ejaculação precoce ainda não se resolveu?

O corpo tem seu ritmo e funcionamento regidos por enzimas, hormônios, circulação. Não é uma máquina, como um computador, cujo desempenho é programado, sempre igual e preciso. Agentes externos podem acarretar doenças, tirando o organismo de sua normalidade. As emoções também têm essa influência.

A necessidade de se reorganizar
Seja por efeito de alguma doença ou conflitos e influências emocionais (por vezes conscientes, outras vezes não), o que frequentemente as pessoas chamam de falha, se manifesta pela dificuldade de ereção ou pela ejaculação precoce tornando necessária uma reorganização para lidar com a angústia que, se não for tratada, pode gerar uma seqüência de situações difíceis. Resolver a angústia não significa abafá-la, mas entendê-la.
A ausência de desejo, a dificuldade de ereção e a ejaculação precoce são sintomas que resultam da construção psíquica de cada um, bem como de arranjos que o psiquismo faz, em relação a contingências da vida, tais como uma relação conjugal desgastada, situações de perda (divórcio, perda do emprego, dificuldades financeiras, resistência em lidar com o envelhecimento etc).

O fardo cultural
A cultura propõe determinados ideais que apontam para a exigência de um comportamento masculino digno de “super-homem”. Isto evidencia-se em frases do tipo “homem não chora”, “homem tem que aguentar”, “homem tem que estar sempre pronto”. De acordo com o funcionamento psíquico de cada um, essas formas de concepção acerca da masculinidade, pode favorecer que os homens desencadeiem expectativas de desempenho muito acima do normal, as quais costumam dificultar e atrasar a busca de tratamento, fazendo com que muitos homens percam, às vezes, muitos anos até procurarem auxílio especializado. Uma situação muito grave, se considerarmos que as dificuldades no campo da sexualidade acabam por abalar significativamente a autoestima.

Avaliação e acompanhamento psicológico
O acompanhamento psicológico prestado pela Clínica Dr. Sérgio Iankowski auxilia seus pacientes nas mais variadas situações:

Psicoterapia conjugada com a medicaçãopsicoterapia_2
Quando há a prescrição de medicamentos, sejam para disfunção erétil ou para ejaculação precoce, a possibilidade de poder pensar, buscar e experimentar novos sentidos é fundamental, uma vez que devolve a autonomia ao paciente, que participa ativamente do seu próprio tratamento. A psicoterapia possibilita uma reorganização profunda dos recursos psíquicos, auxiliando na identificação dos problemas e proporcionando formas mais facilitadas de lidar com eles. Por outro lado, fatores emocionais podem interferir no tratamento medicamentoso, levando o paciente a não observar corretamente a prescrição ou mesmo descontinuá-la. Por exemplo, quando se utiliza medicação para ejaculação precoce, na maioria dos casos há melhora significativa; porém, alguns pacientes não persistem no período de adaptação até a determinação da dose exata e do tipo de droga mais apropriado. Menos recorrentes, há também casos de ejaculação precoce nos quais se retira a medicação, após a obtenção dos efeitos desejados, e regridem os resultados. Por isso, o acompanhamento psicoterápico anterior é um importante aliado, além de evitar que o paciente precise ingerir o remédio indefinidamente.

Os fatores emocionais interferem significativamente também nos casos de disfunção erétil. Entre tantas situações, está aquela em que, mesmo com a medicação, o paciente é tomado por uma ansiedade excessiva que anula o efeito da droga. Isso acontece porque o estado de não-ereção é mantido pela presença de substâncias químicas (entre elas a adrenalina) cuja liberação é induzida pela própria consciência que, por sua vez, é influenciada por valores culturais e preocupações cotidianas. Sabemos que, quando há o desejo sexual, essa mensagem é transmitida pelo sistema nervoso, neutralizando o efeito das substâncias inibidoras da ereção. Contudo, se o homem sentir desejo e houver alguma idéia ou sentimento desfavorável, conscientemente ou não, o aumento no nível de adrenalina pode frustrar a relação sexual, mesmo com a utilização de medicação.

Tratamento psicoterápico sem medicação
O emprego ou não de medicação para impotência ou ejaculação precoce é avaliado pelo médico a partir da consulta e, se necessário, de exames clínicos e complementares, de acordo com a singularidade de cada paciente. Se a opção for por um tratamento em que não se faça uso de medicamentos, a experiência clínica reporta os excelentes resultados da psicoterapia.

A necessidade do acompanhamento psicoterápico é avaliada pela equipe de psicologia, sendo o tratamento indicado também para aqueles casos nos quais o exame clínico não tenha constatado dificuldades orgânicas, mas os conflitos internos e/ou externos sejam significativos.

Avaliação, preparação e reorganização pós-operatória 
Constitui um cuidado adicional para com aqueles pacientes que têm indicação de cirurgia de implante peniano. A psicoterapia, nesses casos, ganha ainda mais importância, porque há questões que podem interagir com o procedimento cirúrgico, influenciando-o.

Por exemplo:
-Estado ou funcionamento depressivo;
-Expectativas e exigências muito exageradas com relação ao desempenho sexual;
-Dificuldades significativas na relação do casal. Muitas vezes, os parceiros, até optarem pelo implante, já vivenciaram vários conflitos e, se a relação passou por dificuldades muito significativas, estas podem interferir no retorno à sexualidade, comprometendo o aproveitamento da nova condição masculina pós-cirurgia.

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